sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Este Momento #41

 
{este momento} - Um ritual de Sexta-feira. Uma simples foto, sem palavras, capturando um momento da semana. Um momento simples, especial e extraordinário. Um momento que eu quero parar, saborear e recordar.


A primeira vez que vi esta ideia foi no blogue A Horta Encantada e achei fantástica. Tenho fotos aqui guardadas que não sabia o que lhes fazer, mas gosto delas por serem momentos especiais cá de casa. Quem as vir, não vai sempre entendê-las, mas para mim são especiais.
A ideia original saiu do blogue soule mama.


sábado, 27 de dezembro de 2014

Yarn Along - O Poncho da Madalena

Finalmente, ao fim de meses a fio, incluindo os de verão, acabei o poncho para a Madalena. Foram tentativas frustradas atrás umas das outras até encontrar a fórmula certa. Pelo menos aquela que agradou a mim e também à ansiosa Madalena. 
Já tinha tentado vários modelos de poncho, mas nenhum era confortável. Este foi feito com lã Cézanne, agulha nº8 e o modelo é da Vitória Quintal, cujo video encontrei no youtube e segui com algumas alterações a meu gosto.
Espero que gostem e que se inspirem...


sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Este Momento #40

 


{este momento} - Um ritual de Sexta-feira. Uma simples foto, sem palavras, capturando um momento da semana. Um momento simples, especial e extraordinário. Um momento que eu quero parar, saborear e recordar.
 
A primeira vez que vi esta ideia foi no blogue A Horta Encantada e achei fantástica. Tenho fotos aqui guardadas que não sabia o que lhes fazer, mas gosto delas por serem momentos especiais cá de casa. Quem as vir, não vai sempre entendê-las, mas para mim são especiais. A ideia original saiu do blogue soule mama.


quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Mooncup - Conversa de Gajas

Hoje a conversa é para gajas. Gajas com filhos, sem filhos, com maridos, sem maridos, todas aquelas que todos os meses gastam dinheiro em tampões e pensos higiénicos e que com isso contribuem para o nosso planeta estar cada vez menos verde. Como eu! Como quase todas nós!
Há uns anos atrás, depois de nascer o Simão, resolvi experimentar o Mooncup. claro que não funcionou. Acabada de parir o terceiro filho, achava eu que ia usar um copo menstrual e que ele ia lá ficar, seguríssimo, sem cair!! Sim, cair! Se calhar ninguém fala disto porque estas coisas não são para se falar em público, são para se esconderem dos outros e sofrermos sozinhas e acharmos que só nós é que passamos por isto! Tretas!!!
Bom, o meu copo simplesmente não se segurava, e ao fim de pouco tempo estava eu a desistir e a achar que nunca iria conseguir dar o meu pequeno contributo para um planeta mais verde. Mas como sou teimosa, ao fim de 4 anos e alguns exercícios, consegui finalmente voltar a usar o meu ''copinho''. E não cai!!! Fiquei feliz, mesmo feliz. 
Há uns dias uma grande amiga minha resolveu falar da sua experiência com o Mooncup, (obrigada Is), e eu achei que também deveria falar da minha e dá-lo a conhecer a outras mulheres que também se preocupam com a sua saúde e a saúde do planeta. Para além de achar que devíamos falar mais destas coisas, claro, copos que caem e não só. Deixarmos de esconder estas dúvidas e angústias apenas porque toda a vida nos disseram que não deveríamos falar delas. É bom conhecermos o nosso corpo e partilharmos dúvidas e ideias. Aliás, muitas de nós têm filhas. Porque não começar já a falar com elas sobre estes assuntos e dizer-lhes que não há tabus?
Tenho uma filha com 12 anos que já tem um Mooncup (oferecido por uma amiga especial). Ainda não o usou, mas está cá para quando ela se sentir confortável para o usar.
Deixo-vos o link para poderem comprar o vosso, se quiserem. Existe em dois tamanhos e vale a pena o investimento!
Até breve e boas luas. ;)

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Fermento e Um Pão sem Gluten



Hoje resolvemos começar o dia com um pão sem gluten. Já tinha comprado a farinha especial há uma data de tempo e ainda não tinha tido coragem de lhe pegar. 
Ando a tentar retirar o glúten da nossa alimentação, mas não é uma tarefa nada fácil e acaba por ser mais uma coisa com que me preocupar no meio de tantas outras. Mas com tanta chuva e algum frio lá fora até apeteceu ligar o forno.
No momento de juntar todos os ingredientes, surgiu a pergunta de uma cabecinha pequenina: "o que é isso do fermento? Para que serve?"
Lá fomos então investigar e encontrámos uma explicação bem fácil e à altura destes pequenos curiosos aqui neste site.
Retirei a informação mais interessante que agora partilho convosco.

O que é o fermento?
O fermento biológico é composto por microorganismos vivos, fungos, que chamamos de leveduras. Essas leveduras, que têm um nome bem esquisito, saccharimyces cerevisiae, vão multiplicar-se quando estiverem em contacto com a temperatura da massa e com o açúcar também da massa. Esses bichinhos alimentam-se desse açúcar e começam a multiplicar-se.

Para que serve o fermento?
Para fazer a massa crescer e ficar mais fofa.

E o que faz a massa crescer?
Esses bicharocos, chamados de fermento, ao reagirem à temperatura e ao açúcar da massa começam a libertar álcool e dióxido de carbono. Este gás faz a massa crescer e o álcool dá sabor e aroma.

Depois de tudo explicadinho lá fizemos o nosso pão que saiu muito bem.




Aqui fica também a receita:
500g farinha especial "ma vie sans gluten" comercializada pela Próvida
1 colher de sopa de azeite
22g de fermento fermipan
480g água

Colocar a água juntamente com o azeite e o fermento dentro do copo da Bimby. Misturar na VEL4.
Programar 3MIN, VEL ESPIGA e ir deitando a farinha. No final, deitar a massa para uma forma retangular forrada com papel vegetal e levar ao forno a 180°C durante cerca de 50 minutos.
Colocar um recipiente com água dentro do forno para que o pão não fique muito seco.
Bom apetite!


quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Sólidos Geométricos

Isto de falar de sólidos geométricos de manual aberto para crianças de 8 anos parece-me ridículo. Assim como tantas outras coisas que perdem toda a graça quando se pega no manual. 
Como acho que já disse, este ano não adotámos manuais escolares para o 3º ano. Vou seguindo as metas, outras vezes nem por isso, e vou usando a imaginação para tornar as coisas mais agradáveis.
Desta vez apeteceu-nos falar de polígonos e de sólidos geométricos. Depois de vermos as definições para cada coisa, de percebermos que podemos construir sólidos geométricos a partir de polígonos, depois de procurarmos na despensa e pela casa fora por sólidos geométricos, resolvemos construí-los nós mesmos.
Foi imprimir, descobrir as figuras planas dentro de cada sólido, foi pintar, recortar e colar.
E no fim, ficou assim!



terça-feira, 30 de setembro de 2014

"Mãe com Bebé na Barriga"

O Simão não é um grande desenhador, nunca foi, nunca mostrou muito interese por desenhos, mesmo quando todos nós nos sentamos para desenhar ou pintar. Até agora, o máximo que fez foi riscos e rabiscos. Para nós isso nunca foi um problema e nunca lhe mostrámos ou dissemos o que deveria fazer ou como fazer. Deixei sempre fluir, à vontade dele, curiosa se algum dia ele iria desenhar. Cheguei a pensar que nunca deixaria de fazer rabiscos, mas mantive-me firme na convicção de que se algum dia fizesse mais do que isso seria por sua vontade e criação.
Cá em casa já todos são crescidos, noutra fase de desenhos e pinturas, e como o Simão não vai a escola, não tem onde ir buscar ideias, não tem quem imitar. Mas esperei, sempre na espectativa do que iria acontecer. Foi quase um estudo científico. Eu queria mesmo saber!
E ontem, do nada, o Simão desenhou "uma mãe com um bebé na barriga"!
Conclusão do meu estudo científico: (tom irónico que eu não tenho feitio nem capacidade de organização para estudos científicos) todos lá chegam! Uns antes, outros depois, mas todos lá chegam! Todas as crianças têm capacidade criativa. E os riscos e rabiscos, e mais tarde a figura humana como o Simão desenhou, estão lá, dentro deles. Todos passam pelas diferentes etapas e nós não precisamos de os ensinar, de fazer para eles copiarem, e eles não precisam de observar as outras crianças a desenhar para poderem aprender. Essa capacidade nasce com eles. Basta que vivam o dia a dia de olhos abertos e curiosidade aguçada, que um dia, do nada, vão passar para o papel tudo aquilo que andaram a observar. E quando o fizerem, já amadureceram, já têm motricidade para isso, sai naturalmente.
E seria tão bom que a escola respeitasse isso, que os deixasse lá chegar, livremente, sem regras, sem tempos, sem imposições.